domingo, 8 de abril de 2012

A Perfeição Não Existe

E ter esta espécie de certeza adquirida dá-nos uma certa paz de espírito.
É que estar sempre a exigi-la, a procurá-la, a gritar por ela, a tentar encontrá-la em tudo e todos, cansa como o diabo (digo diabo, porque hoje é domingo de páscoa e ficava mal estar a dizer outra coisa).

sábado, 7 de abril de 2012

America's Next Top Clown/ou Quando Ele era Ela



Sim, eu sei que este senhora já existe há décadas e há décadas que ando para falar sobre ele, mas nunca calhou. Só que hoje, ao olhar para uma concorrente que escutava os conselhos dela, com um olhar sôfrego por sabedoria de passerele, eu pensei, pela enésima vez:
Mas o que é esta merda?
Depois temos o outro membro do júri, que fala um bocadinho melhor e parece ter um bocadinho mais de massa acinzentada, mas que parece saído de um duche de bronze e retocado a pincel.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

A dor do Divórcio

Se o divórcio é um mal necessário para muitos casais e, muitas vezes uma libertação de um ambiente hostil que se respirava em casa e nas suas vidas, a verdade é que, muitas vezes, quando existem filhos na equação, conduz a situações ainda mais graves do que as existentes anteriormente.
Perdi a conta a quadros familiares que se transformam em jogos de interesses, tanto para os pais, como para os filhos.
A partir de uma certa idade, os miúdos também sabem como manipular um pai-pós-divorciado. Vão-se passando de um lado para o outro, ao som dos seus próprios interesses e os pais, esses, desesperados pelo amor, pela atenção, por serem os vencedores do seu coração, na estúpida guerra do divórcio, deixam-se manipular, fingem que acreditam que aquela passagem para o seu lado é desinteressada e rejubilam, esfregando na cara do ex essa vitória.
Sempre defendi que deve ser uma luta duríssima, essa de permanecer à tona, de permanecer sereno, quando se sai de um divórcio cheio de feridas, de mazelas (sejamos, também, sinceros) de cornos.
Como é que vou dizer ao puto que a mãe, que me encornou, é uma boa mãe e que ele deve continuar a obedecer-lhe e a olhar para ela como um exemplo?
A sério, haverá tarefa mais dura?
E muitos putos (já mais crescidos, entenda-se), sentindo esta instabilidade, esta fragilidade, saltam para cima de todas as brechas que encontram, tirando proveito e pedindo em troca, exigindo que o seu amor, a sua atenção, tenham uma contrapartida.
Não faço a mais pálida ideia de como manter a saúde de uma família partida em pedaços. Apesar de o tom pedo-psicológico destas linhas, estou a quilómetros de distância de saber a resposta, por isso, talvez o melhor fosse mesmo encontrar uma ajuda profissional. Um piloto experiente que saiba os passos a dar para uma aterragem mais tranquila. Tentar resolver ao som do coração não basta, é que não basta mesmo.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

SOS

Manifestações onde os polícias descarregam frustrações nos manifestantes e onde um dos suspeitos de ter lançado um betardo, alega não ter passado de um estalinho de carnaval e afirma ter partilhado uma chouriça com a polícia.
Cortes de mais subsídios, especulações sobre a eternização do roubo do 13º e 14º mês.
Fecho de mais serviços de urgência nocturnos, taxas de desemprego que sobem, Presidente da República que se recusa a comentar, pois nunca está no lugar oportuno, nem na hora adequada e quando decide abrir a mandíbula, é para arrotar alarvidades. Concordo, tal como ele diz, que não está no lugar certo, pois imagino-o sempre a fazer patuscadas no quintal da vivenda Mariani, de chanato no pé e t-shirt manga cava, ao invés de conversações sobre o estado da nação.
Manifestações que me deixam presa numa interminável fila de trânsito, com o miúdo a ter ataques de pânico, só para perceber que desfilam envergado os trajes de rancho e, provavelmente com chouriças também e acordeão.
Greves que deixam quem paga o roubo do passe, sem passar para lado nenhum.
Ministros com cara de verme gosmento, outros com cara de sapo lambido. Deputados novinhos e betinhos, que entendem tanto da vida como um jovem adolescente a beber margueritas na discoteca Lux e que, no entanto, ousam ditar os nossos destinos, com o peito cheio de nada.
Supermercado mais caro, gasolina a níveis nunca vistos, facturas de electricidade, onde a maior parte do nosso dinheiro vai para merda, alheia ao nosso bem estar.
Notícias na internet que dão conta da crise, despida, transvestida, exposta, minuto a minuto, para nos atormentar em pequenas doses diárias de fel.
Farta, farta, farta, farta.

terça-feira, 3 de abril de 2012

metro quê?

A sério que existe por aí mulherio que acha piada a homens que ponham creme nos cotovelos, gritem de cada vez que sai uma colecção nova de calçado desportivo, vulgo, téne, que vibrem com desfiles de moda. Gostem até de comparecer aos mesmos e saibam o nome de todas as marcas de sapateiros, ups, designers de calçado feminino?
Eu sei que há gostos para tudo e também gosto de pessoas que cheirem a lavado e se vistam sem parecerem saídas do caixote do lixo, mas há que impôr limites
Se puserem hidratantes e anti-oxidantes e disfarçadores-de-olheiras, não me contem. Apareçam já com o produto final, sem detalhes, porque eu tenho a tendência (machista, bem sei) de não me entusiasmar com o lado de gaja de um gajo.

Da Morte, essa velhaca

"Oh! Não compreende sequer esta palavra: morte. Na sua idade, não significa nada. Na minha, é terrível. Sim, compreendemo-lo de repente, não sabemos porquê nem a propósito de quê. Então, tudo muda de aspecto na vida.
Por mim, há 15 anos, sinto-a minar-me como se trouxesse cá dentro um animal a roer-me. Dei por isso aos poucos, mês a mês, hora a hora, a abalar-me assim como uma casa que vai abater. Desfigurou-me tão completamente que já não me reconheço. Já não tenho nada de mim, do homem radiante, fresco e forte que era aos 30 anos (...) Sim, ela vai realizando, a velhaca, docemente, terrivelmente, a longa destruição do meu ser, segundo a segundo. Agora, sinto-me morrer em tudo o que faço. Cada passo me aproxima dela, cada movimento, cada respiração apressa a sua odiosa tarefa. Respirar, dormir, beber, trabalhar, tudo o que fazemos é morrer. Viver, em suma, é morrer (...) descubro-a por toda a parte. Os insectos esmagados no caminho, as folhas que caem, o cabelo branco descoberto na barba de um amigo, dilaceram-me o coração e gritam: Aí está ela! Estraga-me tudo o que faço, o que como, bebo, tudo o que gosto.
Ninguém volta mais. Nunca. Guardam as formas das estátuas, os cunhos com que se fazem os objectos iguais; meus desejos não voltarão mais. No entanto, nascerão milhões, biliões de seres, que terão, no espaço de alguns centímetros quadrados, nariz, olhos, testa, faces, boca como eu, sem que jamais, qualquer coisa de mim que seja reconhecível, reapareça nessas criaturas inumeráveis e diferentes, embora quase semelhantes (...)


segunda-feira, 2 de abril de 2012

É impressão minha,

1-ou o Jamie Oliver está cada vez mais parecido com um leitão?
Caramba, que só o imagino num espeto, com uma meia laranja na boca.
2 - ou o Ídolos (português) é um desfile de candidatos patéticos, que já perceberam que também podem ter fama por se fazerem de atrasados mentais (sim, estamos em Portugal), candidatos assim-assim e candidatos mauzinhos? Onde é que andam as vozes a sério?

domingo, 1 de abril de 2012

Intouchables



Há muito tempo que não gostava tanto de um filme.
A sério.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Avacalhada ou Abandalhada, ou...

Sei que estou a um passo de dar entrada para o clube do abandalhamento pessoal, quando:
Percebo que adormeci com a luz acesa e, horror dos horrores, deixei sair dos meus belos lábios, um pequeno e quase imperceptível, mas mesmo assim repugnante, fio de baba.
Decido entrar na pizzeria para almoçar com os miúdos, olho para a minha puída Sweat-Shirt Abercrombie and fitch (Sim, roam-se de inveja os que são de se roer de inveja) e tenho uma chuva de nódoas de origem duvidosa na zona abdominal, mangas e ombros. Secas, asquerosas, fossilizadas e bastante chamativas.
Lembrar-me de colar post-its em todas as assoalhadas da casa e na porta da rua:
- Não permitir abraços dos miúdos,logo após a ingestão de bolacha Maria e na constância de constipações.
- Não comer esparguete sem envergar um fato de celofane sobre a indumentária.
- Retomar o sábio, mas esquecido, hábito de me olhar ao espelho antes de sair de casa.

Reflexão (pouco) Católica

Eu sei que cada caso é um caso, que a excepção confirma a regra e que não pode pagar o justo pelo pecador, mas cada vez tenho menos simpatia por freiras.
Quando lhes dá para a frieza, distanciamento, amargura, ressabiamento, fujam delas como o diabo da cruz.
Também as há doces, serenas e entregues à missão, mas as outras. As que fogem do caminho, as que professam uma coisa e fazem outra, as funcionárias da repartição pública de Deus, estragam o quadro todo e consigo até imaginar-me a açoitá-las.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Do Limbo, vos desabafo

Nunca tive talento para me auto-promover. Jamais poderia segurar nas mãos um troféu que me lembrasse aquilo que alcançara, à custa do meu próprio (e salutar) ego, que possuo em escassas doses.
Vejo-me de uma forma estranha e insegura. Do alto da minha crónica falta de jeito para falar sobre mim, preciso que me vejam e me expliquem e me equacionem e me valham a pena. Pois de mim não gosto de dizer, nem de falar, nem de me achar, nem encontrar.
É estúpido e, provavelmente, trata-se, mas enquanto não for possível recorrer a um comprimido para isto, fico muitas vezes, à espera de respostas que não chegam, de mails que não regressam ao remetente sob forma de reply, de manuscritos que partem e não regressam sob forma alguma.
A questão é que tenho uma história escrita há vários meses. Uma história que acho que vale a pena pôr em livro e, como não cometi nenhum crime, não tenho um blogue de sucesso estrondoso, não sou vedeta social, não apresento programas de televisão. Enfim, como não faço a ponta de um corno dessas coisas desejáveis para se editar um livro em Portugal, vejo-me remetida para o limbo dos manuscritos e das expectativas presas pela trela invisível das editoras, que desejam sucessos garantidos à partida.
Eu podia torturar crianças e ser um sucesso de vendas, mesmo antes de começar a escrever. Podia assassinar alguém e pagarem-me antecipadamente a escrita de um livro que descrevesse o crime. Podia até fazer um blogue voltado para o sucesso rápido e eficaz, distribuindo conselhos "de graça", falando sobre homens e mulheres e maternidade e cães, mas não. Não sei fazer nada disso. Sou uma incapaz social. E, com a graça de Deus e, não existindo agentes que promovam as minhas letras por mim, não sei fazer pela vida.
E é isto. Hoje sinto que de nada vale aquilo que se escreve, mas sim quem o escreve. E é triste. Triste ao ponto de ter que escrever sobre isso.
Ainda não sei bem como partirei daqui, desta apatia, deste medo que me tolhe as pernas, impedindo-as de seguir em frente, mas alguma coisa sei que terei que fazer.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Nas nossas mãos

Acho que muita merda, em termos sociais, está, ou pode estar, nas nossas mãos. As associações de moradores, os condomínios, os agrupamentos do que quer que seja, são a forma mais espantosa de fazermos alguma coisa pelo nosso núcleo, pelo nosso bairro, pela nossa rua.
Eu decidi não ficar mais calada de cada vez que vejo o dono de um cão-cagador-de-parque-infantil, em acção, ou melhor, em não-acção.
Hoje mesmo, num parque natural que tenho aqui perto de casa, com um pequeno parque infantil, uma mãe, enquanto via o seu filho brincar, fingia não ver o seu cão a cagar o mesmo espaço. Tratei de a alertar para o cagalhão. Fez-se de estúpida, que não tinha visto e ai que ofendida que está, ai que não é preciso dizer-me nada, mas engoliu que se lixou e limpou.
Senti-me realizada. Menos um cagalhão num espaço verde.

domingo, 25 de março de 2012

O Atrofio da espécie

O que é que passa pela cabeça das mulheres, vestidas com largos vestidos, tipo bibe, sapatos que parecem meias e ganchinhos na cabeça, para imaginarem que conseguem cativar as crianças com histórias sobre a mitologia e o cosmos?
Eu, fã assumida da Casa das Histórias da Paula Rego, hoje vi-me apanhada numa destas histórias (supostamente infantis) por acidente, pois que passava pelas galerias e fui abordada, a fim de ficar a ouvir com os miúdos, a história que seria contada.
Assim fiz, até porque o público era escasso e tive uma certa pena da tal pipi-dos-sapatos-redondos.
Como é óbvio, o António, com dois anos, não consegue ficar quedo e mudo a escutar sobre a filosofia e o cosmos e os deuses e Deus e Zeus. A Alice já consegue disfarçar a seca, mas um puto de dois anos, precisa de mais esforço para ser cativado.
Depois de alguns: Mããããe e Oláááá! A atrofiada rapariga contadora de fábulas esotéricas, decide pedir-me que saia com ele, pois que não consegue sobrepor-se ao ruído.
Queria aqui dizer-lhe que regressasse à instrução primária e relembrasse as coisas que a cativavam nessa altura. Não é um exercício assim tão difícil.
Voz de lesma+Zeus+partir ovos crus e dizer que é a formação do universo não são a forma mais directa para o cosmos infantil, sim?
O facto de se vestir como uma criança, não a aproxima das crianças. Acredite.
E agora vou ali morder uma almofada e dar chapadas na minha própria cara, por não a ter mandado de volta para o pipi-de-sua-mãe e já volto.

sexta-feira, 23 de março de 2012

O dinheiro mais mal gasto

Dos últimos anos (não é semanas, nem meses, mas anos mesmo)


Isto é não ter a menor, repito, menor noção do que é ler histórias para crianças. Enfiar isto na secção infantil, mesmo ao lado das músicas do Panda e da Maria Vasconcelos, é um engodo.
Tudo em verso erudito. Cada fábula dura um minuto e a leitura é feita sem entoação, sem emoção, monocórdica e chata como o caraças (para não dizer chata comoocaralho).
Estou furiosa. FURIOSA.

quinta-feira, 22 de março de 2012

"Pais sem Stress são um mito"

Olhem só que texto giro.


Concordo com quase tudo o que li aqui. Ser perfeito durante toda a paternidade/maternidade é interpretarmos um papel. Um papel que não nos deixa viver a maternidade como ela é de verdade. Um misto de contradições, de sentimentos bons e maus, de tudo e de nada. De cansaço e exultação. De felicidade e neurose.
Sim, vamos stressando a níveis diferentes e, à medida que os meses passam, com coisas diferentes. Até atingirmos um nível em que stressamos com o que é verdadeiramente grave. Vamos aprendendo a contornar o stress e a reciclá-lo. Mas stressamos, sim e isso não faz de nós seres imperfeitos na arte de criar putos, mas seres-humanos.
Confesso que o exemplo que desejo dar aos meus filhos, não é o de um ser inalcansável, pleno de paz, serenidade e sabedoria e sorrisos constantes a todas as horas do dia e da noite. Um ser que nunca erra. Isso não existe e vai frustrá-los mais tarde, quando eles próprios tiverem que lidar com as suas próprias vidas, tentando sempre alcançar e copiar a utópica perfeição materna.
Quero que eles olhem para mim e, no conjunto, consigam ver que sou uma pessoa de carne e osso que, no balanço final, deu sempre o seu melhor e nunca os olhou como uma pedra no caminho de um sonho, pois eles fazem parte dos meus sonhos.
Sorrir-lhes quando acordam de manhã (de manhã e não às 3 da manhã) e abraçá-los à noite, antes de adormecerem são coisas que saem de dentro do coração, sem esforço e que nos fazem sentir que estamos no caminho certo.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Dia Mundial da Poesia / ou porque ela ajuda a combater o colesterol

"No ciclo eterno das mudáveis coisas
Novo Inverno após novo Outono volve
À diferente terra
Com a mesma maneira
Porém a mim nem me acha diferente
Nem diferente deixa-me, fechado
Na clausura maligna
Da índole indecisa.
Presa da pálida fatalidade
De não mudar-me, me infiel renovo
Aos propósitos mudos
Morituros e infindos"

Ricardo Reis

Não conheço nem um cagajésimo dos poetas de todo o mundo, mas, no meu íntimo instinto, sei que jamais poeta algum falará de mim como ele fala.

terça-feira, 20 de março de 2012

Coisas que me revolvem a alheira de mirandela interna

- Perceber que a moda Maria Antonieta na corte francesa está nas ruas. Que cena é esta de usar uma liga na coxa, com um laçarote de seda, sobre as meias de rede? A sério? Está na moda, é?
- Pessoas que dizem preferir mil vezes os animais às pessoas. Sim, eu entendo que os animais são muito puros e muito fiéis e muito lindos e idílicos e as pessoas são todas muito más e mentirosas e cruéis e tenho a certeza que existem pessoas muito piores que certos animais necrofagos, mas caraças, há qualquer coisa na generalização deste conceito, que inverte toda a minha escala de valores.

Não desmaiem os púdicos

Farta de todos os Keep Calms que infectam este mundo de fofura. Farta de todas as cor-de-rosuras e perfeições de moda e de espírito e de frases feitas em autocolantes virtuais. Farta das boas vindas à Prima Vera, com entusiasmo primaveril e inocente.
Aqui fica o único Keep Calm que me faz algum sentido.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Oh Yeah



E quando faço um zapping nocturno, e sem esperança de encontrar qualquer coisa que me mantenha a pestana aberta, e dou de caras com estas duas, na Rtp2?
É caso para dizer, Oh Yeah, pois que, apesar dos anos terem passado sobre os episódios, continuam igualmente cómicas e maravilhosas e nem um bocadinho desactualizadas :)
Que série, que série.

domingo, 18 de março de 2012

Sobrevivi à tinta magnética

Depois de quatro demão da famosa tinta magnética, que de magnético tem pouco (já encomendei uma sacada de extra-strong magnets no e-bay) mais duas demão de um salmão com problemas de estômago, aqui estou eu. Viva, porém sem braços e sem articulações das mãos.
Ainda quero espetar com umas pinturas sobre o salmão desmaiado, mas só depois de sair do coma (não confundir com cama, da qual tenho saído várias vezes por noite e logo de manhã bem cedo).

E assim se transforma um blog sobre coisa nenhuma, num blog de bricoleira.


Nota de rodapé pintado:
Tive que abreviar o nome do meu filho, pois fiquei sem letras magnéticas e, das muitas abreviaturas possíveis para o nome António, escolhi esta, a fim de homenagear esse grande e mítico homem musical da musicalidade portuguesa