segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Manuel Maria

Manuel em Paris.
Maria-de-mão-na anca em Lisboa.
O que pensa esta Maria que consegue com as declarações rascas sobre a mãe dos seus filhos?
Não há um único neurónio pensante que o alerte, ou ficaram todos em Paris a discutir filosofia?
Pois aqui fica uma dica, Maria, uma dica de sabedoria popular e não de Kant, ou Descartes:
O que Manel diz de Bárbara, diz mais de Manel do que de Bárbara.

6 comentários:

Maggie disse...

vergonhoso, de baixo nivel, só.

bjos

Maggie

dona da mota disse...

A última frase é maravilhosamente real e diz tudo, Ana!

Melissinha disse...

É Freud :D

Naná disse...

Cá por mim, o Manuel e a Maria, mais a Bárbara podiam era ir pregar para outras bandas, porque ninguém quer saber da peixeirada!

Merenwen disse...

Ainda me admiro como, 12(?!) anos de vida em comum e dois filhos, no final não contam pra nada. Entrs«istece-me ver até que ponto as relações acabam sempre e praticamente sempre, o final é sujo e feio ( uns mais que outros evidentemente, e este caso é um extremo, um homem com a idade dele devia era ter juízo!)

amigos das onze horas disse...

sem dúvida que a tua última frase resume o que se passou nesta novela