quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A minha comida confortável *

De todas as comidas que me confortam a ialma, uma lata de sopa de tomate, com um ovo escalfado, está certamente no top 10.
Já experimentei fazer sopa de tomate várias vezes, mas, apesar do sucesso da demanda, nunca ficaram verdadeiramente como a da Heinz.
É um jantar mais do que suficiente para a minha mente e estômago :)
Descobri no programa da vaquinha da Nigela, que os Gnocchi de batata (nunca fui fã), podem ser cozinhados com um salpico de azeite numa frigideira, até ficarem torrados e crocantes. Meus deuses. Também entraram directamente para o top 10, assim que experimentei. Vão bem com tudo, até com uma simples tosta de fiambre de perú ao jantar :)

Agora aguardo convites para escrever livros de culinária, pois, logo a seguir às biografias históricas, parece que é o que toda a gente escreve.


*tradução parva da expressão confort food

5 comentários:

Melissinha disse...

Como é que é isso dos nhoques crocantes? Explica-te melhor.
Eu adoro nhoque com molho de tomate, mesmo.

Ana C. disse...

Fiozinho de azeite na frigideira e eles ficam ali a alourar, até ficarem tostadinhos. É maravilhoso, como se fosse uma espécie de batata frita/assada crocante.

Melissinha disse...

Minha nossa. Não sei se isto foi bom.

Ana C. disse...

A culpa é da prostituta da Nigela. Não faças.

ouvirdizer disse...

Blhec
Odeio tudo o que leva tomate cozinhado, especialmente arroz de tomate, mas sopa?!.....
Mas tenho um motivo bom que vou partilhar: quando criança tinha uns vizinhos ciganos, mas daqueles que tinham casa, eram meus vizinhos, pronto. Eram 6 irmãos, só a mais nova era rapariga, a minha anmiga Rosa.
Como viviamos a menos de 3 km's da escola não tinhamos direito a transporte. Sim, eu fiz a primário a caminhar quase dois km's para casa lado, coitadinha. :)
Bem, além de levar o almoço numa cesta e os meus pais pagarem a uma senhora para eu ir comer lá a casa, sim só pagavam o espaço da mesa dela, a comida levava de casa. Além disso, levava o lanche da tarde e parávamos, o grupinho, para lanchar nas escadas da igreja, a meio do caminho. Um dia a Rosa levava para o lanche uma sandes de arroz de tomate. Achei o máximo, troquei a minha sandes pela dela. Enjoei de tal forma que quase 30 anos depois não me entra tomate cozinhada pela boca. Não é bonito? ahahahahahah