
Não é peneirenta, nem pedante. É sóbria, sólida, tranquila e convida o comum dos mortais a passear por entre as obras da Paula Rego e de outros autores que ela decide expor.
Confesso-vos que nunca fui grande fã da pintura dela. Apesar de reconhecer o seu talento, sempre a achei desagradavelmente rude (não a ela, mas às suas personagens), mas amo a sua Casa das Histórias e pisco-lhe sempre o olho na saída, agradecendo-lhe ter-me aberto assim as portas da sua casa e prometendo voltar.
4 comentários:
É maravilhoso - adoro tudo, inclusive a pintora :) Adoro que seja um museu cheio de vida, tipo o Tate, com malta sentada no chão a rabiscar nos cadernos, crianças a aprender arte... Falta-nos isso, cá, museus com gente de verdade lá dentro em vez de múmias contemplativas (aos poucos começa a mudar, graças a Deus)
E por fora é um regalo. Um regalo!
É precisamente isso, Melissão. Nada de múmias e escadarias escuras. Aquilo tem vida e andar por ali com os miúdos, é uma forma incrível de lhes despertar alguma sensibilidade e normalidade em relação à cultura e à arte.
Explanada, gaja?!!!
;)
Ana. é a minha mente débil, que tudo troca, troca tudo :) Já troquei.
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