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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Histórias de Amor


Sempre gostei de histórias de amor. Intensas, apagadas, tímidas, audazes, daquelas que começam com um olhar, ou que terminam só com o primeiro beijo.
Histórias de amor arrebatadoras, banais, quotidianas, ou excêntricas.
Histórias de amor à distância, de amor que se perde, que se acaba, que se conquista, que se ganha. Histórias de amor destinado, de amor marcado, vencido, vencedor.
Para mim basta que seja uma história de amor. Boa, ou não, depois decidirei.
Mas para já assumo apenas que gosto delas, sem pudores, sem medo de ser rotulada de cor-de-rosa, romântica incorrigível, ultra sensível.
Porque os 30 trouxeram-me o melhor dos presentes: O Descomplexamento (acho que acabei de inventar uma palavra), para assumir que choro num filme, que me comovo com uma música, que me arrepio de emoção quando vejo um abraço entre duas pessoas que se reconciliam.
Por algum motivo que ainda não consegui explicar, as histórias que mais me tocam são aquelas que terminam quando o amor ainda não pôde ser totalmente expandido. Ficam pelo princípio de tudo, talvez por isso sejam perfeitas, sem mácula e cheias de um mundo de possibilidades que não puderam conhecer-se.
As Grandes Histórias de Amor serão sempre o meu motor de vida, porque acredito hoje e para sempre que o amor é mesmo capaz de mover montanhas. O amor por um homem, por um filho, por um irmão, por um amigo, por um trabalho é a grande resposta para tudo na minha vida.