
Adoro mantas de retalhos, talvez por se parecerem tanto com a nossa própria vida.
Cheias de pedaços soltos, de histórias tristes, alegres, sofrimentos, alegrias, paixões, amizades, perdas, ganhos. Tudo o que faz de nós aquilo que somos.
Muitas vezes olho para trás e penso que se não tivesse vivido tão intensamente as coisas boas e as coisas más na minha vida, não teria chegado a crescer.
Só quando olhamos o conjunto, tal como os retalhos todos cosidos, percebemos o sentido de tudo...
